
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Revista MÃOS, distinguida em Nova York
Nova referência ao CRAT, desta vez para manifestar grande regozijo pela distinção que foi atribuida à revista Mãos


domingo, 25 de janeiro de 2009
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Exposição "Objectes"
Cristina Guzmán, amiga que muito estimo, continua a mostrar os resultados do seu apurado trabalho. Desta vez no grupo Mans de dona em que as mãos de três mulheres se complementam num trabalho colectivo que apresentam na exposição “Objectes”.
Em oficinas separadas Veena cria formas sinuosas, Cristina cobre-as de óxidos e vidrados que estuda minuciosamente e Ana prepara e acompanha os fornos de onde saem as obras finais.
A exposição abre a 6 de Fevereiro no Centro Cultural Massamagrell - Valência – Espanha e fecha no dia 11 seguinte. Às três Donas desejo muito sucesso.
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J. R.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
domingo, 21 de dezembro de 2008
Bienal de Artes e Ofícios
Promovida pelo CRAT, começou no auditório da Casa do Infante, no Porto, no passado dia 10 do corrente mês, a edição de lançamento da denominada Bienal de Artes e Ofícios-CRAT 2008 ano zer0.
“Pensada para ser um fórum de reflexão e discussão alargado”, realizar-se-á todos os anos pares, tendo como “principais objectivos a promoção activa de conhecimento na área das artes e ofícios e da cultura tradicional e a produção de resultados concretos que sirvam os propósitos do desenvolvimento do Artesanato Português”.
Algumas cerâmicas da exposição
Do programa foram pontos fortes as comunicações Cestaria portuguesa, Cerâmica em Portugal e Têxtil artesanal, proferidas respectivamente pelos ilustres Dr. Alberto Correia (ex-director do Museu Grão Vasco de Viseu), Dr.ª Isabel Maria Fernandes (Directora do Museu Alberto Sampaio de Guimarães) e Dr.ª Ana Pires (membro da Comissão Coordenadora da Região Centro e directora da Revista Mãos).
Igualmente importante foi a discussão alargada que se seguiu e as conclusões sobre o modelo da bienal. Para finalizar a jornada, os participantes no encontro deslocaram-se ao CRAT, na rua da Reboleira, para a inauguração da exposição Fibras, Barros e Fios portugueses que fecha em Janeiro e merece visita.
J. R.
sábado, 29 de novembro de 2008
Sais Metálicos
Há algum tempo nasceu-me a curiosidade de saber algo sobre a aplicação de sais metálicos na cerâmica, com função colorante, principalmente após ter consultado o livro CERÂMICA ARTÍSTICA, de Maria Dolors Ros i Frigola onde, a páginas 134 a 137 e 156, aparece a descrição da técnica usada pelo ceramista catalão Carlets e respectivas fotografias.
O próprio deu-me dicas a esse respeito, no encontro de Barcelos, já referido noutra data. Fiquei com o “bichinho no corpo” e comecei as experiências.
Os primeiros resultados não me satisfizeram. Mas, mais importante, comecei a perceber melhor o funcionamento dos sais puros, sem diluição, aplicados sobre engobe e a ter noções mais precisas sobre a técnica do Carlets, a qual se realiza a média temperatura (1020ºC aprox.).
A curiosidade e o anseio de desfazer dúvidas surgidas, aumentaram. Foi nesta altura que tive conhecimento que, no CENCAL, Caldas da Rainha, se ia realizar um curso sobre engobes e sais em alta temperatura (1240ºC aprox.).
Claro… Solicitei que me inscrevessem e pude frequentar.
Sob a boa orientação da designer cerâmica Maria Jesus Sheriff, que na instituição exerce as funções de coordenadora da área de decoração cerâmica, o grupo de inscritos utilizou todo o tempo programado (e mais algum ainda) para investigar formulações, experimentar e concluir, tomando as suas notas. A matéria de estudo era pouco conhecida dos elementos do grupo. Fizemos muitas amostras, diria centenas, com diferentes pastas, engobes, colorações com óxidos, com corantes e sais metálicos (diluídos). Utilizamos diversas matérias-primas como fundentes, estabilizantes, perfilantes etc. Servimo-nos de estufa e fornos. Mas acima de tudo da funcionalidade operacional das instalações desde as salas/oficina ao laboratório, sala de moldes, área de pintura (onde a Jesus se perde … e se encontra…) etc.
Todas as conclusões foram de interesse, mesmo as que não produziram os resultados esperados. Serviram para reflexão.
Também de referir que os serviços de apoio aos formandos foram de grande utilidade.
As relações pessoais entre os diversos elementos, dez pessoas com a orientadora, extrapolando para as pessoas do CENCAL que connosco contactaram foram geradoras de simpatia em todas as direcções.
Terminado o curso, seguimos todos para casa da Jesus, a seu amável convite, onde convivemos a jantar, cimentando amizades que já existiam ou se iniciaram.
Se o desejo de conhecer os sais já era grande, maior ficou com o curso, uma vez que, para o fim, os resultados começaram a animar. O sentimento geral é de que devemos continuar o estudo e, assim sendo, vamos exercitar em nossas casas/oficinas e, daqui a três meses, apresentaremos os resultados, reciprocamente, em nova reunião.
O próprio deu-me dicas a esse respeito, no encontro de Barcelos, já referido noutra data. Fiquei com o “bichinho no corpo” e comecei as experiências.
Os primeiros resultados não me satisfizeram. Mas, mais importante, comecei a perceber melhor o funcionamento dos sais puros, sem diluição, aplicados sobre engobe e a ter noções mais precisas sobre a técnica do Carlets, a qual se realiza a média temperatura (1020ºC aprox.).
A curiosidade e o anseio de desfazer dúvidas surgidas, aumentaram. Foi nesta altura que tive conhecimento que, no CENCAL, Caldas da Rainha, se ia realizar um curso sobre engobes e sais em alta temperatura (1240ºC aprox.).
Claro… Solicitei que me inscrevessem e pude frequentar.
Sob a boa orientação da designer cerâmica Maria Jesus Sheriff, que na instituição exerce as funções de coordenadora da área de decoração cerâmica, o grupo de inscritos utilizou todo o tempo programado (e mais algum ainda) para investigar formulações, experimentar e concluir, tomando as suas notas. A matéria de estudo era pouco conhecida dos elementos do grupo. Fizemos muitas amostras, diria centenas, com diferentes pastas, engobes, colorações com óxidos, com corantes e sais metálicos (diluídos). Utilizamos diversas matérias-primas como fundentes, estabilizantes, perfilantes etc. Servimo-nos de estufa e fornos. Mas acima de tudo da funcionalidade operacional das instalações desde as salas/oficina ao laboratório, sala de moldes, área de pintura (onde a Jesus se perde … e se encontra…) etc.
Todas as conclusões foram de interesse, mesmo as que não produziram os resultados esperados. Serviram para reflexão.
Também de referir que os serviços de apoio aos formandos foram de grande utilidade.
As relações pessoais entre os diversos elementos, dez pessoas com a orientadora, extrapolando para as pessoas do CENCAL que connosco contactaram foram geradoras de simpatia em todas as direcções.
Terminado o curso, seguimos todos para casa da Jesus, a seu amável convite, onde convivemos a jantar, cimentando amizades que já existiam ou se iniciaram.
Se o desejo de conhecer os sais já era grande, maior ficou com o curso, uma vez que, para o fim, os resultados começaram a animar. O sentimento geral é de que devemos continuar o estudo e, assim sendo, vamos exercitar em nossas casas/oficinas e, daqui a três meses, apresentaremos os resultados, reciprocamente, em nova reunião.
J R
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
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